
Olá, hoje trouxemos mais um prémio Camões. É ele o nosso patrício Arménio Vieira: O “Irreverente, indomável espadachim da sorte e da morte, poeta de vento sem tempo” – como já lhe chamou o poeta e presiente da república Jorge Carlos Fonseca.
Hoje vamos aqui ler um trecho de “O Eleito do Sol”. Uma história que se passa no Egipto antigo no tempo de um tal faraó Amenófis e de um tal escriba que parece mais esperto que a própria encarnação do divino. Enfim uma obra que certamente lhe vai dar prazer de ler e vai proporcionar-lhe umas boas risadas.
Ouça também a música: Me ne quite pas – na voz de jacques Brel.
Sem comentários:
Enviar um comentário